Quer saber mais como podemos transformar o território e gerar impacto?

Cada um com um desafio específico e resultados concretos para as comunidades e instituições que os habitam.
Os nossos principais planos territoriais e urbanos.




O Plano Especial de Ordenamento Territorial das Ilhas Primeiras e Segundas (APAIPS) e do Distrito de Mocubela foi aprovado pelo Conselho de Ministros em Abril de 2024, abrangendo áreas das províncias de Nampula e Zambézia e integrando uma Avaliação Ambiental Estratégica. Considerando o elevado potencial agro-ecológico, turístico, pesqueiro, hídrico e de navegabilidade da região, o plano define parâmetros de uso do solo e conservação para garantir a gestão sustentável dos recursos e a melhoria da qualidade de vida. Desenvolvido numa visão integrada de 20 anos, alinhada com os principais instrumentos nacionais de planeamento, o PEOT combina uma dimensão estratégica, com orientações territoriais de longo prazo, e uma dimensão operativa, estabelecendo zonamento, sistemas estruturantes, instrumentos de execução, plano de acção, sistema de monitoria e cartografia de suporte.





O Plano de Estrutura Urbana (PEU) para a Cidade de Nacala Porto visa promover um desenvolvimento urbano inclusivo e sustentável, garantindo a inclusão social, a resiliência ambiental e uma utilização eficiente do solo, em consonância com os planos nacionais de Moçambique e contando com o apoio do Programa de Cidades Verdes, Infraestruturas e Energia do Reino Unido (GCIEP). Nacala tem registado um processo acelerado de urbanização, impulsionado pelo papel estratégico do seu porto de águas profundas e por significativos investimentos nos sectores de logística, indústria, comércio e habitação. No entanto, este crescimento rápido trouxe consigo diversos desafios, nomeadamente: a expansão urbana desorganizada; a proliferação de bairros informais; deficiências nas infra-estruturas básicas e vulnerabilidades ambientais crescentes.




O Plano de Pormenor de Melhoramento Urbano de Macurungo-Miquejo, no Bairro de Macurungo, Cidade da Beira, constitui uma iniciativa estratégica para enfrentar as graves vulnerabilidades de um dos assentamentos informais mais populosos do município, com mais de 47 mil habitantes. O projecto surge como resposta ao crescimento urbano desordenado que resultou numa ocupação consolidada, porém desestruturada, caracterizada por défices significativos de infra-estruturas, incluindo acesso limitado ao saneamento, drenagem e gestão formal de resíduos sólidos. A área apresenta elevada exposição a riscos ambientais, sobretudo inundações recorrentes que afectam a maioria das habitações devido à inexistência de sistemas de drenagem eficazes. Os desafios socioeconómicos incluem pobreza, desemprego juvenil, baixos níveis de escolaridade, habitação precária e insegurança na posse da terra. Acresce ainda a mobilidade condicionada por uma rede viária frágil e pouco acessível. O projecto visa melhorar as condições de vida, reforçar a resiliência ambiental, ampliar o acesso a infra-estruturas e serviços e promover um desenvolvimento urbano mais inclusivo e sustentável.
Estudo técnico e plano de intervenção para mitigação de riscos hidrológicos, com desenho de solução de drenagem para a zona de Mandimba.
Workshops participativos realizados no âmbito dos PEUs de Pemba e Nacala, reunindo técnicos municipais, representantes institucionais e parceiros estratégicos. Reforçaram as equipas com conhecimentos em planeamento urbano, gestão territorial e uso sustentável do solo, promovendo a apropriação local dos instrumentos e o comprometimento com a sua implementação.
Workshops participativos para definir cenários de desenvolvimento urbano de longo prazo, com análise de três cenários por localidade — Continuidade, Agroindústria e Turismo. Abordagem integrada que equilibra crescimento económico, melhoria de infra-estruturas, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento urbano inclusivo.
Consulte a galeria completa com estudos territoriais, projectos de arquitectura e registos de terreno.
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